Capítulo 4 A Autonomia e a Imparcialidade de Juízes, Promotores E Advogados
fortalecimento de sua posição em relação ao Executivo, Legislativo e outros grupos ou
pessoas atuando com ou sem a conivência do Estado?
Finalmente, em seu país existe algum espaço para vocês, como juízes, tornar mais
branda uma lei repressiva mediante sua interpretação?
Principais Diplomas Legais
Instrumentos Universais
Pacto Internacional Sobre os Direitos Civis e Políticos, 1966
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Princípios Básicos da Autonomia do Judiciário, 1985
Diretrizes sobre a Função dos Promotores, 1990
Princípios Básicos relativos à Função dos Advogados, 1990
Instrumentos Regionais
Carta Africana dos Direitos Humanos e dos Povos, 1981
Convenção Americana de Direitos Humanos, 1969
Convenção Européia para a Proteção dos Direitos Humanos, 1950
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Recomendação do Conselho da Europa Nº R (94) 12 do Comitê dos Países Membros sobre
autonomia, eficiência e papel dos juízes.1
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Em adição a essas fontes legais obrigatórias e não-obrigatórias, padrões éticos têm sido adotados por associações profissionais,
tais como associações de juízes, promotores públicos e advogados. Tais padrões podem ser um guia útil para as profissões
jurídicas. Ver por exemplo os seguintes padrões adotados pela Associação Internacional de Advogados [International Bar
Association – IBA]: IBA Minimum Standards of Judicial Independence, 1982; IBA Standards for the Independence of the Legal
Profession, 1990. Ver também a declaração da Associação Internacional de Advogados IBA General Principles for Ethics of
Lawyers, IBA Resolution on Non-Discrimination in Legal Practice, assim como o documento da Associação Internacional de
Advogados IBA Judicial Corruption Identification, Prevention and Cure de 14 de Abril de 2000. Esses documentos podem ser
encontrados no web site da Associação Internacional de Advogados: http://www.ibanet.org.
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Direitos Humanos na Administração da Justiça: Manual de Direitos Humanos para Juizes, Promotores e Advogados