5. 6. 7. 8. aprisionamento ...................................................................................8-26 4.2 Acomodações .....................................................................................8-28 4.2.1 Separação de Categorias ......................................................8-30 4.3 Higiene Pessoal, Comida, Saúde E Serviços Médicos .......................8-31 4.4 Religião ..............................................................................................8-39 4.5 Atividades Recreativas .......................................................................8-40 4.6 Confinamento Solitário ......................................................................8-41 4.6.1 Detenção “Incomunicada” ...................................................8-44 Contatos com o Mundo Externo ...................................................................8-48 5.1 Contatos com membros da família e amigos: visitas e correspondências ................................................................................8-48 5.1.1 Os direitos dos detentos e dos prisioneiros às visitas .....................................................................................8-51 5.2 Contatos com advogados: visitas e correspondências ........................8-53 Inspeção de Locais de Detenção e Procedimentos de Queixas .........................................................................................................8-59 6.1 Inspeção de locais de detenção...........................................................8-59 6.2. Procedimentos para Queixas (veja também seção 2.2 acima, “Responsabilidade legal dos Estados”) ...................................8-60 O papel dos juízes, promotores e advogados na prevenção e remediação do tratamento ilegal de pessoas privadas de sua liberdade .................................................................................................8-63 Observações finais ........................................................................................8-65 Capítulo 9 O USO DE MEDIDAS NÃO CARCERÁRIAS NA ADMINISTRAÇÃO DA JUSTIÇA ................................... 9-1 Objetivos da Aprendizagem ...................................................................................9-1 Perguntas ................................................................................................................9-1 Instrumentos Legais Relevantes .............................................................................9-2 1. Introdução .......................................................................................................9-3 1.1 Os objetivos das medidas não privativas de liberdade e as Regras de Tókio Comentários gerais introdutórios .......................9-4 2. Terminologia ..................................................................................................9-4 2.1 O termo “medidas não privativas de liberdade” ...................................9-4 2.2 O termo “criminoso” ............................................................................9-5 2.3 O termo “autoridade competente” ........................................................9-5 3. Princípios Gerais Relativos a Medidas Não Privativas de Liberdade ........................................................................................................9-5 3.1 Os objetivos fundamentais das medidas não privativas de liberdade ..........................................................................................9-5 3.2 O objetivo das medidas não privativas de liberdade ............................9-8 3.2.1 O objetivo geral das medidas não privativas xiv

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